16 de abril de 2012

EUA: Chicago I

Nosso blog ficou um tempo abandonado, ando meio displicente e nem escrevi sobre minhas últimas viagens, mas uma grande amigo vai para Chicago logo e resolvi escrever antes dele ir.

Chicago é maravilhosa, na beira do Lago Michigan e cortada pelo Chicago River. Fiquei muito impressionada com a cidade, sua arquitetura, sua organização, seu clima (fui no verão, agosto de 2011), suas atrações... TUDO, mas lembre-se, olhar pra cima é fundamental. Na minha opinião é uma visita obrigatória para todos que fazem ou fizeram arquitetura, um aprendizado ao ar livre, grande parte da cidade teve de ser reconstruída por causa do grande incêndio que ocorreu no verão de 1871.

A engenharia avançada faz parte da história da cidade, teve o primeiro trem elevado (1892) e em 1900, uma obra de engenharia reverteu o curso do rio, por causa da contaminação da água que abastecia a cidade. Entre seus cidadãos ilustres estão Al Capone, Ernest Hemingway, Benny Goodman, Hugh Hefner e Oprah. Elegeu, em 1983, o primeiro prefeito afrodescendente dos EUA, e também é o berço político do primeiro presidente afrodescendente americano.

Fiquei hospedada perto da Magnificent Mile, no Raffaello, ótima localização e quarto confortável e grande, com vista para o John Hancock Center. Tem várias opções na região, inclusive o Drake Hotel, marco na Michigan Avenue, parte de lendas urbanas, cenário de vários filmes (Casamento do Meu Melhor Amigo, Missão Impossível, etc) e frequentado por muitos VIPs, entre eles Princesa Diana, Príncipe Charles e Frank Sinatra.

Acho que vale muito a pena andar a Magnificent Mile (North Michagan Avenue), fiz este trajeto quase todos os dias, é uma boa maneira para se familiarizar com a cidade, além de passar por vários marcos importantes a rua possuiu vários restaurantes e lojas (American Girl Place, Tiffany, Apple, Ghirardelli, Gucci, Burberry, Hermes, etc). Seu principais pontos são: The Drake Hotel, John Hancock Center, Water Tower Place, Chicago Water Works & Plumping Station, Tribune Tower e Wrigley Building.

A cidade também é muito ligada ao Blues e Jazz, com vários clubes especializados vale muito a pena conhecer o House of Blues (veja a programação antes) e o Buddy Guy's Legends, considerado o melhor bar de blues de Chicago, onde o próprio Buddy Guy costuma aparecer e dar uma 'palhinhas', tive a sorte de estar lá numa destas noites, super recomendo.

28 de novembro de 2011

EUA: Milwaukee

Depois de Minneapolis, pegamos o carro e dirigimos ao leste por 5 horas para chegar a Milwaukee, que fica no Wisconsin, estado dos queijos, das cervejarias e da Harley Davison. Apesar do verão, o vento lá é frio, por isso carregue um casaco com você.

Minha primeira impressão foi ótima da cidade, assim como Minneapolis e Saint Paul, ela é ampla e arborizada, e tem um clima meio de cidade de praia (verão) já que beira o Lago Michigan. Fomos caminhar pelo 'calçadão', passamos pelo Milwaukee Art Museum, lindo projeto do Santiago Calatrava inspirado num veleiro. O Museu já estava fechado e não pude conferir o seu acervo, mas observar sua arquitetura já é um programa.

Bem pertinho do museu, tem um pier onde fica o Harbor House, um restaurante elegante de frutos do mar, com mesas também ao ar livre, lugar ideal para comer uns aperitivos, muito bons, principalmente as vieiras. Para quem é sensível a molhos apimentados, cuidado com o pedido.

Para o jantar, nós resolvemos conhecer o The Iron Horse Hotel, um hotel botique com amenidades para os motoqueiros que vem a cidade da Harley Davison. tem um restaurante descolado, um Pub estiloso e um bar na área externa.

No outro dia, também sem muito tempo, já que seguiríamos viagem para Chicago, fomos conhecer o centro de Milwaukee. Começamos com uma volta no charmoso Public Market, com um almoço magnífico, lugar imperdível, as lojas e restaurantes são ótimos.

Mais tarde fomos à cervejaria da MillerCoors,  o tour inclui um passeio guiado pelas dependências de uma cervejaria em funcionamento, com vídeos, imagens e palestras explicativas, no final você para numa Taverna para degustar a três principais marcas da cervejaria.

Obs. Existem outros tours cervejeiros em Milwakee, ouvi dizer de um melhor que este da MillerCoors, por isso o melhor é pesquisar antes, porque o estado tem uma grande quantidade de cervejarias artesanais com marcas menos famosas... Mas mesmo assim gostei bastante deste.

15 de novembro de 2011

EUA: Minneapolis e St. Paul, the twin cities.

Olá, faz muito tempo que não apareço por aqui, mas voltei pra falar da minha viagem de agosto, quando fui visitar uma amiga que mora em Minneapolis.

Fiquei muito surpresa com as 'twin cities', fui no verão e estava calor, dizem que no inverno são absurdamente geladas, ou seja quero voltar de novo só no verão... Fiquei poucos dias lá, cheguei de carro, 8 horas de viagem do aeroporto de Chicago, mas tem vôos para lá de todas as partes dos EUA.

Como Park
A cidades são amplas e bem arborizadas, não utilizei o transporte público e de carro a locomoção é fácil, só alguns novos parquímetros não aceitam cartões de crédito emitidos fora dos EUA e nem dinheiro, mas depois descobri que o VTM (Visa Travel Money) funcionava.

Hamline University of Law
Nosso passeio por Saint Paul foi muito agradável, depois de visitar a casa de amigos, passeamos um pouco pelo parque Como, com lago do mesmo nome, depois visitamos a Hamline University of Law e a St. Paul Cathedral.

Saint Paul Cathedral
Depois paramos para almoçar no WA Frost Company, ambiente sensacional, um jardim fantástico, ótima comida e bom atendimento. Do outro lado da rua tinha um café muito gracinha, o Nina's Cafe, gostei muito do ambiente, mas não posso opinar sobre a comida e o atendimento.

Wa Frost Company
Fachada do Nina's Cofee, o interior do WA Frost e o Capitólio de St. Paul visto da Catedral.
Antes de voltar para Minneapolis, andamos de carro pela Summit Avenue, ampla e cheia de lindas mansões, área nobre da cidade.

Summit Avenue









E ainda para tomar um drink entre amigas, fomos ao Meritage, um bistro super charmoso e que vale muito a visita, que fica em frente ao Landmark Center e praticamente do lado do The Saint Paul Hotel, o hotel mais tradicional da cidade.

Landmark center, Meritage Bistro e The Saint Paul
E o mais legal desta última parada foi que na praça do Landmark Center ficam as estátuas do Charlie Brown e sua turma, que eu adoro. Eu não sabia, que o criador da turma era da cidade, achei o máximo.

Charlie Brown and friends.
Já em Minneapolis, fomos ao Guthrie Teather, arquitetura moderna, vista linda do rio Mississipi, uma pena que nada estivesse em cartaz nos dias em que estive lá. Passeamos a pé pela região, um lugar que me pareceu interessante e não tive tempo de ir, foi o Mill City Museum, que também fica de frente para o rio Mississipi.

Guthrie Teather, Mill City Museum e Vistas do Rio Mississipi.
À noite, para fechar com chave de ouro minha estada na cidade, já que no outro dia seguiria para Milwakee, fomos jantar no Bar La Grassa, restaurante considerado o melhor do meio oeste americano, ambiente agradabilíssimo e comida maravilhosa.

Delicious!
Gostei muito dos lugares que conheci!

Dicas de Compras: Apesar de Minneapolis ter o maior shopping do mundo, Mall of America, eu não fui até lá, fiquei com preguiça. Fui ao Albertville Premium Outlet, que fica em Albertiville, a oeste de Minneapolis, uns 45 minutos para chegar de carro.


24 de outubro de 2011

Brasil: SP

Voltei....apesar de não ter viajado desde que eu fui para NY em julho, resolvi escrever um pouco sobre SP! É a cidade que eu moro, mas mesmo assim tem tanta coisa para fazer que parece que eu fui viajar todo final de semana!

Bom, o meu primeiro post sobre a cidade vai ser: o que fazer em um final de semana.

Sexta feira a noite requer um pouco de paciência. Além do trânsito, os lugares legais estão cheios.  Para jantar tem lugares agitados como o Alucci Alucci, que tem comida bem gostosa e só ficar esperando mesa já é um programa. Esqueci de tirar foto dos pratos de lá, mas são super bonitos. Mais tranquilo mas com comida fantástica tem a Vinheira Percussi. Lá a decoração é bem tradicional e não tem agito de sexta feira:

 
 

Se a opção for só tomar um chopp mesmo, Genésio, na Vila Madalena - com certeza. Lugar super gostoso, comida deliciosa, sempre agitado e chopp geladinho.

No sábado vale a pena ir conhecer o Museu do Futebol, no Pacaembu. É um museu extraordinariamente bem feito, conta a história do futebol de maneira super simples e interativa. Dá para passar horas lá dentro. E custa apenas R$6,00 a entrada  (abre as 09:00 mas não funciona em dia de jogo).

Depois do Museu dá para conhecer o Mercado Municipal. O melhor jeito de ir de um lugar para o outro é o taxi. No mercado tem que comer os pastéis e /ou o sanduíche de mortadela (para quem for bem guerreiro, porque os dois são enormes). Sobremesa vale ir até a La Bombe comer uma bomba:


Vale uma descansadinha para a noite ir na Dedge. Acho o melhor lugar de São Paulo para sair. Agora tem três andares, a pista de baixo continua igual, a pista do meio (foto) e um terraço no terceiro andar com uma vista linda. A música, eletrônica, é sempre de boa qualidade. Vale conhecer e vale a pena sair de manhã de lá!


No domingo, caso a ressaca não seja muito agressiva, dá para ir no Parque Villa Lobos e alugar uma bicicleta para andar pela ciclofaixa do lazer. O passeio é uma delícia, com ruas arborizadas e muita gente curtindo essa ideia simples mas muito gostosa.

Depois do passeio de bicicleta e para fechar o final de semana bem, almoçar no Veloso. A coxinha de lá é sensacional. A caipirinha é uma das melhores da cidade e todo o resto do cardápio também é de muito boa qualidade.

Bom, num próximo post sobre São Paulo, mais dicas do que fazer em um final de semana.

5 de setembro de 2011

EUA: NY

Faz um tempinho que não escrevemos aqui no blog. Bom, mas nossos posts dependem de viagens, né? Queria poder viajar sempre e ter várias coisas para escrever!!!! Nesse post vou escrever um pouquinho sobre NY, uma cidade que já fui diversas vezes, mas sempre para trabalhar. Acabo não fazendo muito turismo por lá, mas sempre tem alguma coisa para contar.

NY faz muito frio no inverno e venta bastante, principalmente perto do Central Park. Gosto muito mais de ir no verão, mas nem sempre dá para escolher. A vantagem é que todos os lugares são super aquecidos. Então, para andar na rua no inverno, muito casaco, cachecol, luva, meia de lã...Mas para visitar museus, comer em restaurantes, etc. basta uma blusa mais fina. Já no verão levar roupas muito leves, porque faz bastante calor. Na verdade, para ir para NY não precisa levar roupa nenhuma - dá para comprar tudo lá pois é bem mais barato que aqui no Brasil.

Gorgetas - Nos EUA a gorgeta não esá incluida na conta e é importante dar entre 15 a 20% da conta. Nos taxis também - os taxistas ficam uma fera se não receberem a gorgeta. E olha que quase todos são muito grossos.

Hotéis - Os hotéis em NY são muito parecidos com os hotéis no RJ - custo/benefício péssimo. São muito caros e muito simples. O importante é pegar um hotel bem localizado onde você consegue fazer quase tudo a pé. Nos extremos sul e norte de Manhattan até tem hotéis um pouco melhores, mas são mais longe dos pontos turísticos. O Royalton, da rede Morgans é bem legal e localizado. Como todos os hotéis da rede, o bar é super agitado no final do dia. Tem também o Hilton que é bem localizado e o Sofitel.

Passear no Central Park é indispensável. O parque é super bonito. Do lado esquerdo do parque tem atrações como Strawberry Fields (Homenagem à John Lennon, bem perto do prédio que ele morava e foi assassinado - Dakota Apartments) e o Museu de História Natural. Do lado direito tem o Guggenheim Museum, que eu acho maravilhoso. Só a arquitetura do Frank lloyd Wright já vale a visita. Continuando na linha museus, o MOMA é espetacular. A lojinha tem várias coisas legais para comprar e dar de presente.

Vou continuar com mais dicas em outro post!