28 de novembro de 2011

EUA: Milwaukee

Depois de Minneapolis, pegamos o carro e dirigimos ao leste por 5 horas para chegar a Milwaukee, que fica no Wisconsin, estado dos queijos, das cervejarias e da Harley Davison. Apesar do verão, o vento lá é frio, por isso carregue um casaco com você.

Minha primeira impressão foi ótima da cidade, assim como Minneapolis e Saint Paul, ela é ampla e arborizada, e tem um clima meio de cidade de praia (verão) já que beira o Lago Michigan. Fomos caminhar pelo 'calçadão', passamos pelo Milwaukee Art Museum, lindo projeto do Santiago Calatrava inspirado num veleiro. O Museu já estava fechado e não pude conferir o seu acervo, mas observar sua arquitetura já é um programa.

Bem pertinho do museu, tem um pier onde fica o Harbor House, um restaurante elegante de frutos do mar, com mesas também ao ar livre, lugar ideal para comer uns aperitivos, muito bons, principalmente as vieiras. Para quem é sensível a molhos apimentados, cuidado com o pedido.

Para o jantar, nós resolvemos conhecer o The Iron Horse Hotel, um hotel botique com amenidades para os motoqueiros que vem a cidade da Harley Davison. tem um restaurante descolado, um Pub estiloso e um bar na área externa.

No outro dia, também sem muito tempo, já que seguiríamos viagem para Chicago, fomos conhecer o centro de Milwaukee. Começamos com uma volta no charmoso Public Market, com um almoço magnífico, lugar imperdível, as lojas e restaurantes são ótimos.

Mais tarde fomos à cervejaria da MillerCoors,  o tour inclui um passeio guiado pelas dependências de uma cervejaria em funcionamento, com vídeos, imagens e palestras explicativas, no final você para numa Taverna para degustar a três principais marcas da cervejaria.

Obs. Existem outros tours cervejeiros em Milwakee, ouvi dizer de um melhor que este da MillerCoors, por isso o melhor é pesquisar antes, porque o estado tem uma grande quantidade de cervejarias artesanais com marcas menos famosas... Mas mesmo assim gostei bastante deste.

15 de novembro de 2011

EUA: Minneapolis e St. Paul, the twin cities.

Olá, faz muito tempo que não apareço por aqui, mas voltei pra falar da minha viagem de agosto, quando fui visitar uma amiga que mora em Minneapolis.

Fiquei muito surpresa com as 'twin cities', fui no verão e estava calor, dizem que no inverno são absurdamente geladas, ou seja quero voltar de novo só no verão... Fiquei poucos dias lá, cheguei de carro, 8 horas de viagem do aeroporto de Chicago, mas tem vôos para lá de todas as partes dos EUA.

Como Park
A cidades são amplas e bem arborizadas, não utilizei o transporte público e de carro a locomoção é fácil, só alguns novos parquímetros não aceitam cartões de crédito emitidos fora dos EUA e nem dinheiro, mas depois descobri que o VTM (Visa Travel Money) funcionava.

Hamline University of Law
Nosso passeio por Saint Paul foi muito agradável, depois de visitar a casa de amigos, passeamos um pouco pelo parque Como, com lago do mesmo nome, depois visitamos a Hamline University of Law e a St. Paul Cathedral.

Saint Paul Cathedral
Depois paramos para almoçar no WA Frost Company, ambiente sensacional, um jardim fantástico, ótima comida e bom atendimento. Do outro lado da rua tinha um café muito gracinha, o Nina's Cafe, gostei muito do ambiente, mas não posso opinar sobre a comida e o atendimento.

Wa Frost Company
Fachada do Nina's Cofee, o interior do WA Frost e o Capitólio de St. Paul visto da Catedral.
Antes de voltar para Minneapolis, andamos de carro pela Summit Avenue, ampla e cheia de lindas mansões, área nobre da cidade.

Summit Avenue









E ainda para tomar um drink entre amigas, fomos ao Meritage, um bistro super charmoso e que vale muito a visita, que fica em frente ao Landmark Center e praticamente do lado do The Saint Paul Hotel, o hotel mais tradicional da cidade.

Landmark center, Meritage Bistro e The Saint Paul
E o mais legal desta última parada foi que na praça do Landmark Center ficam as estátuas do Charlie Brown e sua turma, que eu adoro. Eu não sabia, que o criador da turma era da cidade, achei o máximo.

Charlie Brown and friends.
Já em Minneapolis, fomos ao Guthrie Teather, arquitetura moderna, vista linda do rio Mississipi, uma pena que nada estivesse em cartaz nos dias em que estive lá. Passeamos a pé pela região, um lugar que me pareceu interessante e não tive tempo de ir, foi o Mill City Museum, que também fica de frente para o rio Mississipi.

Guthrie Teather, Mill City Museum e Vistas do Rio Mississipi.
À noite, para fechar com chave de ouro minha estada na cidade, já que no outro dia seguiria para Milwakee, fomos jantar no Bar La Grassa, restaurante considerado o melhor do meio oeste americano, ambiente agradabilíssimo e comida maravilhosa.

Delicious!
Gostei muito dos lugares que conheci!

Dicas de Compras: Apesar de Minneapolis ter o maior shopping do mundo, Mall of America, eu não fui até lá, fiquei com preguiça. Fui ao Albertville Premium Outlet, que fica em Albertiville, a oeste de Minneapolis, uns 45 minutos para chegar de carro.


24 de outubro de 2011

Brasil: SP

Voltei....apesar de não ter viajado desde que eu fui para NY em julho, resolvi escrever um pouco sobre SP! É a cidade que eu moro, mas mesmo assim tem tanta coisa para fazer que parece que eu fui viajar todo final de semana!

Bom, o meu primeiro post sobre a cidade vai ser: o que fazer em um final de semana.

Sexta feira a noite requer um pouco de paciência. Além do trânsito, os lugares legais estão cheios.  Para jantar tem lugares agitados como o Alucci Alucci, que tem comida bem gostosa e só ficar esperando mesa já é um programa. Esqueci de tirar foto dos pratos de lá, mas são super bonitos. Mais tranquilo mas com comida fantástica tem a Vinheira Percussi. Lá a decoração é bem tradicional e não tem agito de sexta feira:

 
 

Se a opção for só tomar um chopp mesmo, Genésio, na Vila Madalena - com certeza. Lugar super gostoso, comida deliciosa, sempre agitado e chopp geladinho.

No sábado vale a pena ir conhecer o Museu do Futebol, no Pacaembu. É um museu extraordinariamente bem feito, conta a história do futebol de maneira super simples e interativa. Dá para passar horas lá dentro. E custa apenas R$6,00 a entrada  (abre as 09:00 mas não funciona em dia de jogo).

Depois do Museu dá para conhecer o Mercado Municipal. O melhor jeito de ir de um lugar para o outro é o taxi. No mercado tem que comer os pastéis e /ou o sanduíche de mortadela (para quem for bem guerreiro, porque os dois são enormes). Sobremesa vale ir até a La Bombe comer uma bomba:


Vale uma descansadinha para a noite ir na Dedge. Acho o melhor lugar de São Paulo para sair. Agora tem três andares, a pista de baixo continua igual, a pista do meio (foto) e um terraço no terceiro andar com uma vista linda. A música, eletrônica, é sempre de boa qualidade. Vale conhecer e vale a pena sair de manhã de lá!


No domingo, caso a ressaca não seja muito agressiva, dá para ir no Parque Villa Lobos e alugar uma bicicleta para andar pela ciclofaixa do lazer. O passeio é uma delícia, com ruas arborizadas e muita gente curtindo essa ideia simples mas muito gostosa.

Depois do passeio de bicicleta e para fechar o final de semana bem, almoçar no Veloso. A coxinha de lá é sensacional. A caipirinha é uma das melhores da cidade e todo o resto do cardápio também é de muito boa qualidade.

Bom, num próximo post sobre São Paulo, mais dicas do que fazer em um final de semana.

5 de setembro de 2011

EUA: NY

Faz um tempinho que não escrevemos aqui no blog. Bom, mas nossos posts dependem de viagens, né? Queria poder viajar sempre e ter várias coisas para escrever!!!! Nesse post vou escrever um pouquinho sobre NY, uma cidade que já fui diversas vezes, mas sempre para trabalhar. Acabo não fazendo muito turismo por lá, mas sempre tem alguma coisa para contar.

NY faz muito frio no inverno e venta bastante, principalmente perto do Central Park. Gosto muito mais de ir no verão, mas nem sempre dá para escolher. A vantagem é que todos os lugares são super aquecidos. Então, para andar na rua no inverno, muito casaco, cachecol, luva, meia de lã...Mas para visitar museus, comer em restaurantes, etc. basta uma blusa mais fina. Já no verão levar roupas muito leves, porque faz bastante calor. Na verdade, para ir para NY não precisa levar roupa nenhuma - dá para comprar tudo lá pois é bem mais barato que aqui no Brasil.

Gorgetas - Nos EUA a gorgeta não esá incluida na conta e é importante dar entre 15 a 20% da conta. Nos taxis também - os taxistas ficam uma fera se não receberem a gorgeta. E olha que quase todos são muito grossos.

Hotéis - Os hotéis em NY são muito parecidos com os hotéis no RJ - custo/benefício péssimo. São muito caros e muito simples. O importante é pegar um hotel bem localizado onde você consegue fazer quase tudo a pé. Nos extremos sul e norte de Manhattan até tem hotéis um pouco melhores, mas são mais longe dos pontos turísticos. O Royalton, da rede Morgans é bem legal e localizado. Como todos os hotéis da rede, o bar é super agitado no final do dia. Tem também o Hilton que é bem localizado e o Sofitel.

Passear no Central Park é indispensável. O parque é super bonito. Do lado esquerdo do parque tem atrações como Strawberry Fields (Homenagem à John Lennon, bem perto do prédio que ele morava e foi assassinado - Dakota Apartments) e o Museu de História Natural. Do lado direito tem o Guggenheim Museum, que eu acho maravilhoso. Só a arquitetura do Frank lloyd Wright já vale a visita. Continuando na linha museus, o MOMA é espetacular. A lojinha tem várias coisas legais para comprar e dar de presente.

Vou continuar com mais dicas em outro post!

27 de junho de 2011

Brasil: Fernando de Noronha

Fernando de Noronha é um dos lugares mais bonitos do Brasil que eu já conheci. E é o lugar que eu gosto mais de passar dicas!!! Eu já fui em duas épocas: uma no começo de março e outra em agosto. São épocas BEM diferentes. É super importante saber o que você quer fazer em Fernando de Noronha para depois escolher a época do ano (surfar - dezembro, janeiro, fevereiro ou mergulhar - agosto, setembro, outubro). Agosto venta MUITO....

Bom, a primeira dica é que amanhece super cedo e fica escuro super cedo também. O melhor é acordar umas 7:00, tomar café e já sair para as praias. 

Acho que o primeiro lugar que tem que ir é na praia Cacimba do Padre. 



      Importante conferir os horários das marés. Chegando lá o melhor é ir direto para a Baia dos Porcos, que é no lado esquerdo da praia (tem que subir o morro). Levar sempre na mochila máscara e snorkel. 


        
    Na Baia dos porcos dá para mergulhar um pouco. Depois da Baia dos Porcos é legal dar uma passada na Americana.  E depois ficar o resto da manhã na Cacimba tomando sol!!! 


    De tarde dá para passear no centro histórico (tem a igreja, o forte) e depois ir andando para a praia do Cachorro, praia do Meio e praia da Conceição. É bem gostoso ficar na praia da Conceição. Tem um barzinho no meio dessa praia que toda música no final da tarde.



  
    No segundo dia vale a pena fazer o passeio de barco para ver golfinhos e  depois fazer uma parada na praia do Sancho, que é considerada a praia mais bonita do Brasil. Dá para ir para essa praia por uma trilha também. Eu sou super medrosa e só fui de barco. Tem que descer uma escada no meio das pedras...




      No terceiro dia dá para ir para a Praia do Boldró. É super bonita. E o mais legal é esperar a maré baixar e ir a pé para a praia do Bode, que é uma graça. De tarde dá ir na praia do Leão e na Ponta da Caracas. No Leão dá para mergulhar, mas o mar lá é sempre brabo. Também dá para aproveitar a viagem para este outro lado da ilha e ir no Sueste. Mas é legal ir no Sueste de manhã, para tentar ver tartarugas. Eu não consegui ver nenhuma. Já no aquasub vi um monte!


            Outro passeio imperdível é a  Praia do Atalaia. É um passeio demorado. Como só pode ir com guia, o ideal é tentar conseguir ir na primeira turma, que chega de volta depois do meio dia. O pessoal das pousadas conhece guias legais que podem levar para fazer esse passeio. É só combinar na noite anterior (fotos do atalaia censuradas!).


    De tarde dá para fazer uma visitinha no Air France e na igrejinha que tem perto do porto.



            Vale a pena: Fazer Aquasub. Eu vi um monte de arraias (até pretas com bolinhas brancas!), peixe verde fosforescentes, tartarugas..... Também, para agendar é só conversar com o pessoal da pousada que eles arranjam tudo. 

Dicas:

1) O barco do passeio dos golfinhos chacoalha bastante. Se você tiver problemas de enjôo, já compra remédio antes!

2) Site para pesquisas: http://www.noronha.pe.gov.br/ . Antes de ir já paga a taxa de preservação pelo site. Chegando lá voce não pega fila.

3) Sugiro a Pousada Pedras Secas. O telefone é (81) 36191625 e o email é pedras_secas@hotmail.com

4) Chegando em FN já alugue um buggy para todos os dias. Sai uns R$100 por dia e vale super a pena! Quando a van for te buscar no aeroporto você já pede pro guia uma dica de quem tem buggy.

5) Leve bastante protetor solar. Você vai ficar o dia inteiro no sol.

6) Tem uma pousada, quase no centro histórico, que tem cadeira de praia e guarda sol para alugar. Já fecha um preço  para todos os dias. 

Dicas de restaurantes:

1) Pousada Zé Maria – Vale a pena jantar lá. Mas não no dia do festival. É muito cheio e muito caro. Se não me engano o festival é na quarta e no sábado.

2) Pousada da Morena – Foi o lugar que eu mais gostei para comer. Tem um carinha tocando violão, é super legal.

3) Pousada Teju-Açu – essa tem que ir jantar. É super legal.

4) Cacimba Bistrô – é super legal lá!

5) Tecnicolor – Acho que é esse o nome. Vale a pena ir nesse lugar porque é super rústico. Tem uma moqueca BEM gostosa lá. Mas a casa parece é bem simples e as vezes uns ratinhos fazem companhia.

6) Para almoçar eu recomendo comer açaí na frente da escola ou comer tapioca na praça no centro, onde tem a lan house.