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9 de junho de 2011

Sudeste Asiático

Nem acredito que depois de tantos posts terminamos de contar algumas das histórias e também de dar algumas dicas desta viagem incrível que fizemos. O tempo passou e empolgação continua, foi sem dúvida uma das experiências mais legais que tive na vida.

Ainda tenho muito o que conhecer na região e quero voltar com certeza, incluirei outras cidades, outros países, repetirei passeios... Não deixem de viajar, não deixem de ir, sério!

Na nossa última tarde em Bangkok, passamos a tarde no sol e na piscina e depois jantamos no restaurante do hotel, The Roof, depois antes e terminarmos nosso vinho, amigos de Curitiba que tinham acabado de chegar na cidade foram nos encontrar.
Hot Stones (ficamos um pouco defumadas)

A Ana já começou a escrever sobre outros lugares, e eu também farei o mesmo, espero que não fique muito bagunçado e que vocês gostem...

11 de abril de 2011

Vietnã: Hanoi II

Para Hanoi, pegamos um vôo de Da Nang (meia hora de Hoi An) pela Vietnam Airlines. A capital do Vietnã tem um trânsito assustador e olha que já tínhamos passado por Phnom Penh e Saigon, mas o pessoal do norte gosta mais ainda de buzina!

Ana e eu com a bandeira do Vietnam e a Catedral
Ficamos hospedadas no Church Hotel, cuja localização é excelente, na rua da Catedral de Hanoi, que fica no centro antigo da cidade (Old Town). O hotel é bem simples, para um duas estrelas achei caro no Vietnam, mas descobri que está indicado em vários guias. Tem um restaurante italiano fantástico quase do lado, Mediterraneo (no Frommers), foi sensacional para dar um tempo na comida típica. (Gostamos tanto que acho que a Ana vai repetir a dica)

Na cidade passear pelas ruas do Old Quarter já é turismo... O hotel era bem perto do Hoan Kiem Lake (o lago da espada restaurada) e tem a ver com a lenda do Rei Le Thai To, que expulsou os chineses com a ajuda de uma espada mágica que ele pescou do lago e posteriormente A Tartaruga (que dizem viver até hoje lá) pediu a espada de volta após as lutas. (Olha o que 'diz' a Wikipedia sobre)

Na ponte vermelha que é o acesso ao Ngoc Son, no Hoan Kiem Lake
No lago ficam o templo de Ngoc Son e a Turtle Tower, considerado pelos locais como o coração da cidade, é o lugar eleito para a prática de exercícios por muitos. (Para quem mora em Curitiba, o lago tem mais ou menos o tamanho do lago do Parque Barigui). 

Na região da quadra Ba Dinh, não muito longe do Old Quarter, fica o complexo do Mausoléu de Ho Chi Minh, que, além do próprio túmulo imponente, abrange o Palácio Presidencial, a casa de Ho Chi Minh, seu museu e uma Pagoda.

No complexo do mausoléu de Ho Chi Minh
Não fomos à Hanoi Citadel, mas é um dos pontos a serem visitados.

Dica: No parte Norte do lago (rua Cau Go) tem uma agência grande de turismo, lá compramos nosso passeio a Tam Coc e nosso cruzeiro de Halong Bay, compramos de um dia para o outro. Além deste parece um que bem legal é o para as montanhas de Sapa.

Dica2: Cuidado com os taxistas, fique atento para o taxímetro (peça para zerarem) ou combine um preço antes. Do aeroporto até o Old Quarter, agendado pelo hotel, pagamos U$ 20,00.

1º era o meu peixe no I-Box e os outros meu e da Ana no Mediterraneo
Dica3: Além do Mediterraneo, jantamos também no I-Box (veja os comentários no Trip Advisor), que é restaurante, bar e lounge, que também fomos a pé do nosso hotel, adoro hotéis bem localizados.
Guias: Lonely Planet 'Vietnam, Cambodia, Laos & the greater Mekong' e *Wallpaper City Guide: Hanoi

30 de março de 2011

Vietnã: de Hue para Hoi An

Nosso vôo de Ho Chi Min City era para Hue, eu ainda meio debilitada, chegando em Hue com chuva, susto, foi o primeiro aeroporto bem pequeno e não encontramos nada e nem ninguém para nos dar informações em inglês, pegamos um taxi, nossa idéia era pegar um ônibus na rodoviária para Hoi An, mas quem disse que o taxista nos entendia?

Ainda bem que ele ligou para outro taxista que falava e entendia inglês e consegui me comunicar, conversando com ele, a solução mais fácil era ir de taxi até Hoi An, por US$ 60,00. Diante das circunstâncias decidimos que era isso que faríamos, já tinha visto essa opção no Trip Advisor.

A viagem foi uma experiência meio tensa, além da chuva, carros, motos, caminhões e bicicletas dividindo uma pista simples, com acostamento meia boca... mas chegamos bem, sem sustos.

OBS: Peguem o Vôo para Da Nang para ir à Hoi An, meia hora de taxi apenas. Não conhecemos Da Nang, é um balneário de praia, cheio de resorts internacionais.

OBS2: Hue parece ter alguns monumentos interessantes para conhecer, infelizmente não ficamos na cidade.

25 de março de 2011

Vietnã: visto, Delta do Mekong e outros contratempos

O brasileiro precisa de visto para  o Vietnã, você pode tirar nos países vizinhos, por exemplo o Camboja, o próprio hotel pode cuidar disso pra você ou então preencher o formulário online para o 'Vietnam Visa on Arrival', mas nós preferimos resolver as coisas por aqui, por isso mandamos nossos passaportes, formulários, fotos e taxas pagas, bem como os comprovantes de passagem para a Embaixada em Brasília que nos concedeu o visto por 15 dias e nos mandou o passaporte de volta.

Saigon é uma cidade que terei de voltar, os posts ficarão por conta da Ana, que visitou a cidade e conheceu a história da região... eu conheci o quarto do hotel, repouso é repouso...
A impressão "boa" que tive de lá? Fui muito bem atendida no FV Hospital, onde cheguei com 41 graus de febre, médicos, enfermeira, assistente de enfermagem e recepcionista, todos falavam inglês e minha prescrição médica veio em inglês também. Foi tudo muito rápido e fácil. Não consigo imaginar se no Brasil o atendimento para estrangeiro seria assim... mas acho que não (exceto em alguns poucos), e se na identificação deles constaria qualquer indicação de que falariam inglês.

Enfim, fizeram exames de sangue, radiografia (digital) e me medicaram, duas horas depois assinei o prontuário e meu seguro de viagem já tinha acertado o pagamento de tudo (Ana você foi sensacional: Thanks amiga!). Depois disso alguns dias de repouso no hotel e já estava melhor, pronta pra outra. Decidi compartilhar, porque depois de anos de viagem foi a primeira vez que tive um contratempo deste tipo e deu tudo certo no final e vai que alguém precisa de atendimento em Ho Cho Min City? Já tem uma boa indicação de hospital por lá.

O único lugar que conheci perto de Saigon foi o Delta do Mekong, passeio de um dia que a Ana já contou, reservamos pela Exotissmo e foi muito legal, passemos pelo Delta de Barco, pelo mercado de barcos, todos os tipos de frutas e hortifruti tinham por lá, eles penduram os produtos para ficar visível de longe. Fomos até casa de comerciantes locais onde vimos a produção de alguns produtos locais (até galo de briga tinha exposto).


Depois um velhinha nos levou numa 'canoa' por uma das ramificações menores e por fim, um passeio de bicicleta até a casa de uma família antiga, onde funciona um ótimo restaurante, que serve comidas típicas. A mulher que nos servia usava apenas hashis e descascou camarões com uma rapidez incrível.
Nosso serviço de bordo

Recomendo!

23 de março de 2011

Vietnã: Ho Chi Minh City (Saigon) II - Delta do Mekong

Antes de ir viajar nós agendamos uma visita para o Delta do Mekong com a agência Exotissimo. Valeu bastante a pena porque chegamos a noite e não tínhamos tempo para procurar tours. Assim não perdemos tempo de viagem procurando agências. Mas uma dica boa é chegar em Saigon e ir direto para a Pham Ngu Lao, rua que tem infitas agências de turismo com tours baratos. A vantagem do tour pela Exotissimo é que era só para nós duas, super private, mas com a desvantagem de ser caro.

Um guia foi nos buscar cedo no hotel com um carro e nós viajamos por um pouco mais de duas horas até pegar o barco para fazer o passeio no Mekong. A qualidade do serviço foi incrível. Um barco super bom, com frutas, chá, bicicleta e além de tudo confortável. Passamos por mais um mercado flutuante e na primeira parada visitamos algumas casas locais com pequenas produções de pinga de coco, bala de coco, folhas de arroz e outras iguarias da região. Dá inclusive para entrar nas casas e ver como o pessoal mora. Cultura bem diferente.

Essa foto eu coloquei para mostrar as regatas super legais que compramos em Ko Phi Phi
 




Passeamos de canoinha pelas partes mais estreitas do rio, usando um chapéu de arrozeiro:



Andamos de bicicleta pelas vilas do Mekong, nas ruas super estreitas e fica uma dica super importante: não tirar fotos nem filmar enquanto estiver andando de bicicleta! E sim, passa uma bicicleta e uma moto nesse espacinho ao mesmo tempo, é só não se desesperar!


Para fechar o passeio, almoçamos em uma casa local. Muita comida bem gostosa:


O delta do Mekong me lembrou muito o Pantanal. A vegetação, a comida...Incrível como dois países tão distantes podem ter fauna e flora tão parecidas!

22 de março de 2011

Vietnã: Ho Chi Minh City (Saigon)

Saigon....a cidade mais famosa do Vietnã! A mais descolada e com o pessoal mais simpático também! Saigon era, antes da Guerra do Vietnã, a capital do Vietnã do Sul. Mais liberal que o restante do país, tem aproximadamente 7 milhões de habitantes (dados do pessoal local, nas fontes mais confiáveis achei algo em torno de 6 milhões). E pasmem...quase não tem prédios...imagina a área que não deve ocupar!!!

Com o final da Guerra, o Vietnã do Norte, comunista, tomou conta da cidade e mudou o nome para Ho Chi Minh City (Ho Chi Minh foi um estadista vietnamita que é venerado pelos comunistas). Além de mudar o nome, os comunistas espalharam bandeiras pela cidade inteira - tanto com o símbolo do comunismo como a bandeira do Vietnã. Imagina só como o povo da cidade não é amargurado...Ai de você chamar de outro nome senão Saigon.

A história da cidade é muito interessante. Passaram por lá franceses, americanos, cambojanos, tailandeses...Tudo contribuiu para a característica do lugar. A história da Guerra (que durou MUITO mais tempo do que imaginamos) é fantástica, principalmente para aprendermos que o mais importante estratégicamente é conhecer a cultura local e não necessáriamente ter o armamento mais pesado.

A chegada no Vietnã (do aeroporto internacional) já mostrou um pouco como a cultura é diferente dos outros países que visitamos nessa viagem. É difícil achar alguém que fale inglês bem...taxista então - impossível. O trânsito da cidade é MUITO caótico. E eu achando que o máximo de insanidades no volante que ia ver era no Camboja. Lá tem muita moto e muito carro. Trânsito lento e sem respeito nenhum das leis por parte dos motoristas.



Em um dos dias que eu estava passeando pela cidade e fui expulsa do Museu exatamente as 5pm quase fui atropelada por uma moto na calçada!!! Eles não estão nem aí para pedestres ou sinaleiros. Passam por cima de tudo mesmo.

Ficamos no Hotel A&EM, no centro histórico da cidade. Super bem localizado e muito bom. Só que lá ninguém fala inglês. Pedir uma torrada no quarto foi impossível - mesmo!

No Vietnã as pessoas tem o costume de comer sentadas em micro cadeiras nas ruas. E comem de tudo, inclusive coisas que estamos acostumados a comer no almoço, mas em pleno café da manhã. Aquele cheiro todo de comidas super temperadas me dava embrulho no estômago na porta do hotel.

20 de março de 2011

Camboja: Angkor Thom

A cidade fortificada de Angkor Thom foi construída pelo Rei Jayavarman VII (1181/1219), hoje sobraram apenas ruínas das construções religiosas, que foram construídas em pedra, enquanto que os prédios públicos e particulares eram de madeira. Angkor Thom tem 5 portões, o lado leste tem 2, e em todos eles foram construídas 54 estátuas de deuses do lado esquerdo e 54 estátuas de demônios do lado direito.

Portão Sul
O mais bonito deles é o BAYON, composto originalmente de 54 torres decoradas com 216 faces gigantes de 'Avalokiteshvara', o Buda da compaixão, sorrindo.
Não sei dizer quantas torres restaram, mas o templo é muito bonito, imagine na época...
O BAPHON marcava o centro da cidade que existia antes de Angkor Thom, foi praticamente destruído pelo Khmer Rouge e está em lenta reconstrução, sua estrutura central não é aberta ao público, parte pode ser visitada desde novembro de 2010.
Tem um Buda reclinado em alguma parte, que não encontramos...
Curiosidade: Quando Angkor Thom foi construída estimam-se que que sua população era de 1 milhão de pessoas, na mesma época Londres tinha aproximadamente 50 mil habitantes.

10 de março de 2011

Camboja: De Phnom Penh para Siem Reap

De Phnom Penh para Siem Reap pegamos um ônibus. O hotel mesmo que compra as passagens - bem baratas. É possível ir também de avião, mas como era um Tupolev resolvemos não arriscar. E também tem a possibilidade de ir de barco, pelo rio Tonlé Sap. O tempo de viagem de barco é o mesmo de ônibus - de 5 a 6 horas.

A viagem foi bastante interessante. Primeiro que no ônibus tinha o serviço de rodomoça (crédito para Amelie que vai patentear o nome!) e karaoke :


E olha a cortina do ônibus que beleza!!!
E vimos também insetos para comer:



Além da paisagem diferente. Como já comentei, a vegetação lembra bastante a do Brasil, o que mudam são as casas - quase todas de palafitas - acredito que deva ser uma área que alaga bastante durante o período de cheia.


Durante todo o trajeto a rodomoça foi dando explicações, mas era a primeira viagem dela e o inglês não era muito bom. Ela deu inclusive explicações do que deveríamos fazer quando chegássemos à rodoviária de Siem Reap. Como não entendemos nada, mandamos, no caminho, email para nosso hotel providenciar o transporte (vou cobrar da RIM um cachê para fazer propaganda, já que é a segunda viagem que o Black Berry me salva). Chegamos na rodoviária e tinha um tuk tuk nos esperando.

A primeira impressão de Siem Reap foi ótima. A cidade é muito limpa e arborizada. Siem Reap é a cidade mais turística do Camboja e tudo lá funciona muito bem durante a alta temporada, época que fomos.

22 de fevereiro de 2011

AMAMOS VIAJAR

Durante uma viagem que fizemos recentemente pelo Sudeste Asiático, nós decidimos montar um blog para compartilhar nossas experiências de viagem. Gostamos de dar dicas dos lugares onde estivemos para nossos amigos e assim, aqui no blog, fica o registro de tudo isso, mesmo para quem não nos conhece ;-)
Apaixonadas por viagens, sempre gostamos de ler o que as pessoas tem a dizer de lugares do mundo, então porque não começar a escrever também?
Sejam bem-vindos!
Amélia e Ana Cris


obs: deixaremos os nomes das cidades em inglês.