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13 de abril de 2011

Vietnã: Hanoi III - Tam Coc

No primeiro dia em Hanoi fomos a uma agência de turismo, porque queríamos ir a Halong Bay e outros lugares como Sapa, que não pudemos pois todos os tours envolviam duas noites ou mais. Acabamos comprando então um tour para a região de Tam Coc.

Chegamos cedo, por isso tinha pouco turista ainda, e acreditem passamos embaixo desta ponte.
É considerada como uma Halong Bay do interior, onde estas formações rochosas ficam no meio dos arrozais. Passeio de barco neste rio, muito bucólico, até tentarem te vender algo. Mas o cenário é lindo, por isso vale a pena se você tiver um dia livre na sua agenda para o passeio.

Sem dúvida que a parte da 'caverna' foi a mais fria. E olha como o piloto do outro barco improvisou um pedalinho...
De carro levamos uma 1:00/1:30 pra chegar (não lembro bem ao certo) Nós levamos sorte de ter um solzinho, mas mesmo assim estava frio, a sensação térmica era baixa. Outro ponto de sorte foi que os ônibus turísticos não tinham desembarcado seus passageiros ali ainda.

Mulher pescando, cabra escalando as rochas para comer e vendedores ambulantes a espreita para te oferecer de tudo!
O nosso tour incluía um almoço típico, a sopa daquele dia estava uma delícia e depois visitamos os templos da região, foi bom ter um guia exclusivo para fazermos perguntas...

25 de março de 2011

Vietnã: visto, Delta do Mekong e outros contratempos

O brasileiro precisa de visto para  o Vietnã, você pode tirar nos países vizinhos, por exemplo o Camboja, o próprio hotel pode cuidar disso pra você ou então preencher o formulário online para o 'Vietnam Visa on Arrival', mas nós preferimos resolver as coisas por aqui, por isso mandamos nossos passaportes, formulários, fotos e taxas pagas, bem como os comprovantes de passagem para a Embaixada em Brasília que nos concedeu o visto por 15 dias e nos mandou o passaporte de volta.

Saigon é uma cidade que terei de voltar, os posts ficarão por conta da Ana, que visitou a cidade e conheceu a história da região... eu conheci o quarto do hotel, repouso é repouso...
A impressão "boa" que tive de lá? Fui muito bem atendida no FV Hospital, onde cheguei com 41 graus de febre, médicos, enfermeira, assistente de enfermagem e recepcionista, todos falavam inglês e minha prescrição médica veio em inglês também. Foi tudo muito rápido e fácil. Não consigo imaginar se no Brasil o atendimento para estrangeiro seria assim... mas acho que não (exceto em alguns poucos), e se na identificação deles constaria qualquer indicação de que falariam inglês.

Enfim, fizeram exames de sangue, radiografia (digital) e me medicaram, duas horas depois assinei o prontuário e meu seguro de viagem já tinha acertado o pagamento de tudo (Ana você foi sensacional: Thanks amiga!). Depois disso alguns dias de repouso no hotel e já estava melhor, pronta pra outra. Decidi compartilhar, porque depois de anos de viagem foi a primeira vez que tive um contratempo deste tipo e deu tudo certo no final e vai que alguém precisa de atendimento em Ho Cho Min City? Já tem uma boa indicação de hospital por lá.

O único lugar que conheci perto de Saigon foi o Delta do Mekong, passeio de um dia que a Ana já contou, reservamos pela Exotissmo e foi muito legal, passemos pelo Delta de Barco, pelo mercado de barcos, todos os tipos de frutas e hortifruti tinham por lá, eles penduram os produtos para ficar visível de longe. Fomos até casa de comerciantes locais onde vimos a produção de alguns produtos locais (até galo de briga tinha exposto).


Depois um velhinha nos levou numa 'canoa' por uma das ramificações menores e por fim, um passeio de bicicleta até a casa de uma família antiga, onde funciona um ótimo restaurante, que serve comidas típicas. A mulher que nos servia usava apenas hashis e descascou camarões com uma rapidez incrível.
Nosso serviço de bordo

Recomendo!

14 de março de 2011

Camboja: Siem Reap, os Templos de Angkor - negocie seu tour e compre água!

Então, no dia anterior o guia do tour ao Tonlé Sap negociou com o motorista de Tuk Tuk o tour para os templos de Angkor, pasmem, uma dia inteiro a nossa disposição para o circuito pequeno por US$12,00 (e não era por pessoa), e pedimos que ele comprasse água mineral, já que para nós nos templos custaria cada garrafinha por US$1,00, ele compraria 12 pelo mesmo preço.

No dia seguinte, no horário combinado, ele passou para nos buscar, com um isopor pequeno com gelo e água gelada, além de lenços umedecidos, simplesmente fantástico, porque andar no sol o dia inteiro é uma ótimo pedida para a desidratação, fomos no inverno, mas a sensação térmica que tínhamos neste dia era de uns 35 graus celcius...

Nosso 'guia' não tinha o inglês fluente, mas nos entendia e conseguiu nos explicar onde estávamos e onde deveríamos encontrá-lo depois, além disso não insistiu nenhuma vez que almoçássemos ou parássemos em qualquer loja ou barraca e algumas vezes nos salvou do assédio de vendedores. Por vezes ele ria da nossa cara, quando saímos de um templo sendo seguidas por várias crianças tentando nos vender artesanato, quase tudo custa "One dollar ladyyy", nem preciso dizer que cedemos a pressão várias vezes e eu acabei comprando até uma flauta, mas a menina me ganhou com o sorriso.

O mais impressionante, que ao pagar US$15,00, somente 3 a mais que havíamos combinado, ele abriu um sorriso e me agradeceu muito repetindo diversas vezes "Happy, Happy, Very Happy", pensa que ele ficou mais de 10 horas a nossa disposição...

Aproveitamos e fechamos o tour mais longo com ele, para o dia seguinte, desta vez por US$25,00, o trajeto percorrido é bem maior só o templo de Banteay Srei fica uns 37Km de Angkor Wat, por isso gasta mais gasolina. E no outro dia lá estava Jon todo arrumado nos esperando para mais um dia de trabalho, isopor com água mineral gelada e lenços umedecidos, tudo super caprichado. Claro que no final do dia demos a ele mais gorjeta, afinal não é sempre que por tão pouco temos um tratamento tão VIP assim.

Eu e o Jon, no seu Tuk Tuk de oncinha :-)

Importante:
- Negocie seus tours com o motorista de Tuk Tuk;
- Se der, compre o passe antes e com validade para vários dias (opções: 1, 3 ou 7 dias de visitação, passe válido por 30 dias), assim nos dias subsequentes você não precisa entrar na fila novamente;
- Peça para seu motorista comprar as garrafinhas de água mineral e carregue sempre uma com você durante a caminhada pelos templos;
- Compre um mapa; e
- Veja o por do sol ao menos uma vez.

13 de março de 2011

Camboja: Siem Reap e Tonlé Sap

Siem Reap e seus templos é um lugar que todos deveriam conhecer. Com certeza um dos pontos altos da nossa viagem, um lugar fantástico e talvez posso arriscar mágico, porque mesmo com tantos turistas (pencas e pencas de ônibus cheios de coreanos, japoneses, chineses e tantos outros) quando você caminha pelos templos você ainda tem uma sensação de paz. A cidade fica no noroeste do Camboja e é a porta de entrada para a região de Angkor.

Mas então ficamos hospedadas bem no centro da cidade, no Terrasse des Elephants, a localização é incrível uma quadra do mercado noturno (Old Market), meia quadra da rua 'The Alley', rua de Boutiques descoladas e vários restaurantes, e uma quadra da Pub Street, que o próprio nome dispensa apresentações. O hotel é bem bom, a decoração é bem 'over', é muito dourado, muito detalhe, incluíndo uma fonte gigante com um laguinho no meio do quarto, com uma ponte onde fica o chuveiro.
No meio a fonte, com o chuveiro ao fundo, as outras duas fotos são no terrasso em cima do hotel.
Chegamos a tarde, e logo após o check in já contratamos um tour para ver o pôr do sol no Tonlé Sap, por recomendação de um amigo, custou US$33,00 por pessoa com comida e bebida em um barco no lago. O Tonlé Sap é um lago que na época de chuvas pode chegar a extensão de 12.000 Km², quando na época seca é de apenas de uns 2.500 Km² (valores aproximados). É uma importante fonte de água para a região, e muitas famílias (milhares) vivem ali e tiram seu sustento da pesca e comércio, mais da metade do peixe consumido no país vem do Tonlé Sap. Foi designado pela Unesco como patrimônio de preservação da biosfera em 1997.
Estas casinhas azuis são uma igreja e uma escola, meio de transporte mais utilizado, compras, ida à escola, o mercado/restaurante e a vista de cima dele.

Então o guia veio nos buscar de Tuk Tuk e nos levou a uma espécie de porto, onde você compra um ticket de barco até às Floating Villages e fomos no barco, pilotado por uma criança (sem brincadeira), até uma mercado/restaurante flutuante. É um tanto chocante, meio desconcertante, porque tem pedintes, em barcos menores, com crianças chorando e até tinha uma com uma cobra pendurada no pescoço, que os turistas podiam tirar foto em troca de dinheiro, você desce e no 'mercado' tam uma 'crocodile farm' e também outros tanques com peixes... enfim, tem que ir e ver toda esta 'bagunça' flutuante, uma experiência bem interessante.
Barco pesqueiro, criança brincando na bacia, um dos crocodilos e uma vista de parte da vila.

A parte de tour que foi nada a ver foi seguir até um barco, ancorado no lago, que é um restaurante all inclusive para turistas. Talvez teria sido mais legal se na hora do pôr do sol não tivessem tantas nuvens, mas mesmo assim, poderíamos ter visto o mesmo do mercado com fazenda de crocodilos.

Não gostei da volta no breu, desde o começo eu já não gostei de andar com uma criança pilotando o barco, mas ele sabia o que estava fazendo, apenas fiquei apreensiva. o guia era simpático, inteligente e falava bom inglês, contou algumas coisas da cidade, do país a rspeito da educação e saúde e por isso valeu muito o tour. Além disso ele negociou com o motorista do Tuk Tuk nossos passeios pelos templos e o foi espetacular, mas contarei mais no próximo post.

3 de março de 2011

Tailândia: Krabi Town x Ao Nang

Dormimos apenas uma noite em Krabi, o hotel era bom, mas a comunicação era ruim (Krabi Cozy Place - reservado pelo Booking). Eu não achei a localização ruim não, fica no centro, não tem muito o que fazer, mas acabou sendo perfeito para nós.

Ao Nang me lembrou um balneário europeu (até porque é completamente invadida por eles), com vários restaurantes e bares a beira-mar e claro 'lojinhas' de massagem. O por do sol é lindo, a praia é charmosa e de lá saem os passeios para as ilhas, inclusive Phang Nga Bay (popularmente conhecida por James Bond Island, e que eu quero muito conhecer um dia!). Acho que se tivesse ficado mais de uma noite na região, optaria por Ao Nang, que é mais legal, por ter praia e restaurantes, etc. 

Pad Thai: Um dos melhores da viagem, além de lindo estava uma delícia.
Servido à beira-mar em Ao Nang.
Como no outro dia iríamos viajar para Phnom Penh, e precisávamos estar no aeroporto até às 14 horas (Krabi Town é mais perto do aeroporto do que Ao Nang), não tínhamos muito tempo a perder, e ter 'fretado' um Long Tail Boat para fazer o passeio de 4 islands foi ESPETACULAR. Que saudades... ficaria o dia inteiro nestas ilhas... mas se decidir ficar mais tempo em alguma delas, recomendo a Poda Island, que tem uma extensão maior de areia pra dividir com os outros turistas.

4 ISLANDS TOUR
1ª linha: Tup e Chicken Islands, duas ilhas onde estávamos sozinhas, foi perfeito.
2ª linha: Pranang Beach e Poda Island, onde ficamos mais tempo no sol e no mar, uma delícia.
Aliás, fretar um Long Tail Boat é muito jogo, marque de sair bem cedo, em algumas das ilhas chegamos sozinhas e não tinha ninguém, foi muito bom. E a foto que ilustra nosso blog é na Tup Island ;-) Não canso de olhar... mistura perfeita com o fundo, que é o mar de Phi Phi, não acham?

27 de fevereiro de 2011

Tailândia: Reveillon em Ko Phi Phi

ADORAMOS passar o Reveillon em Koh Phi Phi, uma ilha tropical, com fogos e festa na praia, pé na areia, como muitos estão acostumados no Brasil. Escrevo isso porque quando eu estava pesquisando onde seria o melhor lugar para passar o Reveillon no Sudeste Asiático, eu não achei muita coisa nos blogs de viagem brasileiros e pouca coisa nos internacionais.

Foi dois amigos nossos nos falaram quais as praias que eles mais tinham gostado na Tailândia e os dois mencionaram Koh Phi Phi com honras e quando eu as imagens na internet eu fiquei louca e mandei imediatamente para a Ana... Pronto, já haviamos decidimos onde passar o Reveillon!

Praia em Koh Phi Phi Dom, não dá vontade de ir embora.


Lugar para comer em Phi Phi Dom é o que não falta, para todo tipo de orçamento, claro que nós experimentamos apenas a comida tailandesa e frutos do mar, mas tem outros tipos e tinha uma pizza que parecia ótima no Pirates House, mas não podíamos dispensar o Pad Thai... Um restaurante em particular, que gostamos muito e tem que fazer reserva com ao menos um dia de antecedência é o Le Grand Bleu (aceita cartão de crédito), aberto em 1992.

Meu peixe na folha de bananeira e o frango com Green Curry da Ana, no Le Grand Bleu.


Mostruário de um restaurante.

Outra recomendação são os shakes de frutas, que são refrescantes e ajudam no calor, além de ser uma delícia, o Coconut Shake em particular é muito bom.

Lembre-se: Phi Phi não tem carros, você precisa carregar sua mala até o hotel (apenas alguns hotéis oferecem o serviço), por isso não exagere e leve uma mala fácil de carregar, além disso para chegar e sair da ilha seja de Phuket ou de Krabi, são duas horas em que sua mala ficará no deck aberto, mesmo com chuva.

E não custa ressaltar o que a Ana já disse: O passeio para Phi Phi Leh é obrigatório, faça chuva ou faça sol, tem todo dia e várias agências lá vendem o passeio, pagamos 250 Bht cada uma. E há vários lugares para mergulho, todos eles são de australianos, ingleses, americanos ou europeus (suecos na maioria), ou seja pra quem fala inglês a comunicação será perfeita, mas um dia passamos lá e olha:

25 de fevereiro de 2011

Tailândia: Phuket

O tempo não ajudou muito.

A Tailândia é um país que todo mundo deveria visitar...Não estou sendo piegas, inclusive porque não sou nem um pouco ligada à religião, mas as pessoas lá são muitos leves, alegres...Tudo é muito cheiroso e florido. E as massagens??? Eu e Amelie começamos muito bem! Tá certo que existe um voo direto de Doha para Phuket e as 5 horas de conexão em Bangcoc são desnecessárias, mas pelo menos tomamos nosso primeiro drink colorido da viagem!!!

Pukhet é uma ilha bastante interessante. Apesar do turismo sexual, que acaba sendo uma atração, foi lá que tivemos o primeiro contato com a Ásia. Os hotéis são muito legais - ficamos no Baan Lamai Beach Resort - um ótimo hotel, e quase todos tem restaurante à céu aberto. O restaurante do Baan Lamai é muito bom, mas conselhos de comidas e drinks eu deixo para a Amelie porque ela acertou mais que eu!!! Foi também o primeiro contato com a Thai Massage...hehehehe inesquecível!!!

O ideal de Phuket é chegar e ir direto procurar os lugares que vendem os pacotes de passeios. Em Patong, praia onde ficava nosso hotel, tem vários pela rua da praia. Imperdível ir para a 'James Bond' Island e para Similan Island (detalhe que não fomos para nenhuma porque não conseguimos encaixar nos nossos dias em Phuket). Ir para Ko Phi Phi também é necessário. Dá para comprar os tickets do barco nesses mesmos lugares que vendem os passeio. Comprar tudo com antecedência, principalmente se for para lá em janeiro, que é a época que os Europeus invadem Phuket.